Procura-te.
Deixa-te levar pela inconveniente manhã solarenga.

Caminha com os olhos.
Estima o teu silêncio bravo, entre as vozes livres, dos pássaros que vais calando.


[Foca-te quando a paisagem deixar de se reconhecer].


Descobre os gritos que te falam baixinho.
Os que ouves, distingues e reproduzes sem que te dês conta.

Estás na partilha do que descobres no outro.
(Em ti).

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