aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa! A alma vive! dentro do alfabeto do intelecto que confia desperto O coração pensa o estômago fala em aberto alma calma farsa disfarça traça as sombras do amanhã carapaça letras individuais cúmplices separadas jamais! fluxo das cores e sons e letras e imagens em sabores decrepitados serão decifrados pelos cavaleiros dourados
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A mostrar mensagens de abril, 2014
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A ascensão! Asas e sonhos escorregam na lama… Anda respirar. Alguma vez terás de ceder, ama! Ama-te com persistência, Anda sentir dormência, A cama e violência. Astuta que disfruta. A vida corre-te nas veias! Âncora omitida, Ana, Capicua. [Ando as voltas com o tempo, perdida]. Aspiras vontades, Despidas, omitidas, Esclarecidas com os olhos. Mas a garganta que rasga, Seca de asma, Não fala o que lhe arrasta Para fora da pintura ilusória, Inglória, Que dói por não saber o que é ser Sem a dor comer.
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Lambemos as feridas em lágrimas Que saram a sal e sabem a cal. Derramadas por olhos que deixaram de ver Por se centrarem somente no seu querer. Não ajudam a resolver Só sentem dor acrescida sem poder. Amar é aceitar a ferida constante Que nunca fecha verdadeiramente, Fecham os tempos Em novas frentes, Quentes. É assim o ciclo: Pintar a ferida, Falar sobre a ferida, Ouvir a ferida, Amar a ferida; Somos ultimamente uma ferida conjunta, Que sara mais forte a cada novo golpe, A cada nova queda; Sempre em conjunto A partilhar saberes De como sarar esta ferida, Que não é visível ao olho Mas perceptível ao coração, Destemida! A vida é só sensação e a ferida a nossa comunhão. Quem tem medo de construir o seu chão, Pensa ser em vão, Esperam pela morte sem destruição!
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Fui num foguetão e fugi um pouco para o lado. Alcancei um novo universo estrelado. Paralelo ao do momento anterior, Nem saí do corredor! Mas a dor, Não a irei buscar… É de outros para curar. Fui então seguindo caminho, No meu moço destino. Cada novo momento, Cada novo respirar, Mostrou-me o imenso poder de rasurar! Rasurei o tempo e vivo o segundo. Rebelião de sensação E consciência no coração, É esse o meu mundo.
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Segredas-me ao ouvido as mais belas canções E contemplações estelares! Como se mil vozes tivesses, Como se de mil olhos te servisses! A universalidade que me transmites Reflecte-se nos meus espelhos. As Linhas do tempo, Paralelas, Mostram-me o ritmo de ser sem o ego. Escorrego, Pelas línguas que falas sem nada alterar. Universalidade, Tu és o que sou. Mostras-me onde vou Para lá de mim sou. Mostras-me o fundo, O meu lado fecundo. E o amor que nos resume Está para lá do que sempre fomos... A razão que nos consome, Deixou de ter fome! Mergulho no lago das estrelas; Sou cadente, Sem rota , Remota. Colido. De tempos a tempos, Respiro e expiro os males de existir E elevo! Os tons raiam e vibram. Cortam o véu Que vive para lá do meu céu. Escalo as parede do réu. E volto a ser azul A cor do meu bule.