Os momentos de encontro São tremores de existência terra Encontro-me comigo Nos teus olhos De água Lágrimas fronteiras Da nossa Mágoa Nenúfares Crescem ao luar Como no tempo das imaginações Sigo até Pégasus O meu lar Sigo as vibrações Mergulho No mar Que também foi fonte Sou a ponte Porto Abrigo Registos fluem no meu Ser As cordas dos cabelos, Harpas douradas a tocar, Encantam o meu Lar Que não é mais mar Mas desvio Aprendo a desafiar Por um fio O que já sou Sem parar De tentar voltar A voar.
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A mostrar mensagens de maio, 2015
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Existem momentos de sintonia Pura existência partilhada Dentro de um corpo só A fluidez do coração Surge como uma chama Uma canção Sou a soma de vários dejavus colectivos Apreciados com o olhar De quem sente amor por todas as coisas Mais do que a mera imagem cristalina Exterior ao momento De uma vivência repetida
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Corpos vulgares pesados de chão sublimam o oráculo do olhar Frequencias arenosas transmutam o pó do que cai, depois do corpo Folhas pintadas de névoa trancendem as sete densidades de uma fisicalidade desconhecida Balas preciosas sujas de céu elevam pés raizes Estigma de vidas vertebrais que sucumbiram ao respirar da última gota do sismo que é viver.
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caí mais uma vez na sensação de me ver caida perdida nos braços vazios de alguém sem form a de uma amiga a sombra ferid,a fugi de saber viver sem sonhos ter de sonhos vivo sem vida ter preciso uma saida! Controlo tudo______ sem cotrolo bato a porta não me vejo quero querer saber escolher me entender quero querer saber viver ...