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Healing music - 432HZ DNA REPAIR MODE [ 40 mins ]

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«Vamos sair das cartas mágicas E brincar ás revelações sagradas!» - Disse a criança de cabelos brancos ao seu pónei dourado.
Somente a mente Pode estar Certa Num lugar Distante Ao do coração
Segue O interior De todas As possibilidades. A perfeição da quietude Existe Na ilusão do vazio. Segue cego O movimento Sem    f ~o r__m!a Mente! Desmente! Somente (mente) O tempo vive Na tua, mente. Ter medo do que nos Transforma, transtorna. Ao relento. No silêncio. Desapego. A coragem De ser Mutável. Passo a passo, Tropeço e caminho Mais estável.
Almas amarradas Desconhecidas Fadiga De falsas liberdades Algemas de ar Saturado Medo de ser gota cristalina Num oceano poluído De verdade global
A farsa do Ser Absoluto Singular Dissoluto
Poesar - Estigma nascente. Cripta do ser. Atentam os uivos Lunares, dos cabelos Cinza claro.
Sonho com uma casa Paredes tortas Luz dourada sobre azul Pedras de xisto Poço e Árvore.
Guardo A amizade, num frasco Deito-a fora Cristalizo o tempo Que alguém reabrirá Outros ciclos Outras vidas O mesmo espaço O coração.
Limpa essa alma De fogo O dragão espera Imóvel Numa gruta De cristal Não vê Luz do dia Nem noite Celestial Limpa Essa alma de fogo Que só A cinza (A memória) Não chega para reacender Limpa Essa alma De chama Púrpura Vive a sanidade Das serpentes Muda De pele Segue em                      Frente
Sinto A prisão Da abertura Do meu ser.
O medo Corta; A palavra Separa o grito.
obrigado pelo teu sorriso obrigado pelo teu sincero silêncio obrigado por gostares de mim obrigado por gostares de ti obrigado por seguires os teus sonhos obrigado por te orgulhares dos meus obrigado por teres coragem de ser feliz obrigado por te salvares todos os dias obrigado por seres quem és  obrigado por me mostrares quem és obrigado por te aceitares obrigado por ti e obrigado por mim obrigado.
Almas Estreitas Olham o vazio Das escolhas Perfeitas. - Atira-te ao mar! O vazio que sentes São as margens; Aproximam-se sem espuma; São os sonhos que já foram. O medo, Sem pé, Nunca  te deixou Ser. Lembra-te que As cordas, Flutuam, Sem âncoras.
Criança calada de bico fechado Vive num lago de solidez. Morre Negra em manto branco  Renasce Branca em manto negro  Canta gestos inarticulados De lábios virgens Em silêncio. Nuvens famintas, Nevoeiros de fogo, Cercam as suas águas Translucidas -Sou cinza. Sou pó. Cisne de duas cores. De lábios virgens e coração Só.
Falacias de sentidos Voláteis inimigos De si mesmos. -Estou vivo!
Separei-me da conjuntura Estrutural e humana A que chamo por empatia O Eu. O Eu É também Tempo nominal Visão perfeita Animal. A contrapartida será apenas uma: - O agora. Reflexivo e composto a constância de um olhar Fixo no chão do passado.
Na  impossibilidade  de ver o céu Sorrio um  lusco-fusco  vazio Maresias lunares Embaciam-me os  olhos  De verdades  ilusões
O sabor desafiante das nuvens Devolve-me paisagens crepusculares A brisa De uma alma secreta Assobia novas formas de existência O suor atmosférico Como manifesto Hierárquico Razões De betão bolorento Brotam flores secas de sede Dormências contingentes Corpos alados

poema ao sol

Hoje o vazio estilhaça-me, a luz. Embacia-me os olhos... Não me lembro de como cheguei a mim numa outra vida ou momento. Esqueci-me de ser ao preocupar-me em sê-lo. mesmo olhando-me ao espelho todos os dias. -Sou outra Outra vez. A magia está cá mas de fora é de outros! Alimento-me em vê-la, contemplo-a a medo... Por alguma razão já não a respiro... Transpiro antes as sombras que me escondem. E morro de novo, parece que para sempre, como planeado. Rastejo os dias não te vejo, antes habitavas-me                        -O meu lugar. Segura-me apenas com as forças que me foram dadas, "feitas para me sustentar" - Os pilares da queda! O equilibrio fruições à janela com outro eu, lugar, ser de amor... - Tudo era amor, tudo me apaixonava. Agora este vazio de impossibilidades infinitas são a minha casa. Nem abrigo, é mas a exposição total das máscaras que caminham... -...
A vida roda Roda de novo Roda a roda Da minha própria dança Batimentos de esperança
I FEEL WIND I FEEL MOON I FEEL SOON
Ciclo de ser humano: - Sou; O momento em que me invento.
A solidão é o encontro mais próximo com a minha presença. 
Olhos Que destroem Pinturas vivas Sorriem  Atos de ilusão  Solitária.
Os momentos de encontro São tremores de existência terra Encontro-me comigo Nos teus olhos De água Lágrimas fronteiras Da nossa Mágoa Nenúfares Crescem ao luar Como no tempo das imaginações Sigo até Pégasus O meu lar Sigo as vibrações Mergulho No mar Que também foi fonte Sou a ponte Porto Abrigo Registos fluem no meu  Ser As cordas dos cabelos, Harpas douradas a tocar, Encantam o meu Lar Que não é mais mar Mas desvio Aprendo a desafiar Por um fio O que já sou Sem parar De tentar voltar                                  A  voar.
Existem momentos de sintonia Pura existência partilhada Dentro de um corpo só A fluidez do coração Surge como uma chama Uma canção Sou a soma de vários dejavus colectivos Apreciados com o olhar De quem sente amor por todas as coisas Mais do que a mera imagem cristalina Exterior ao momento De uma vivência repetida
Ser tudo ou ser nada como um furacão de rajada Ser alma e ser corpo ser metade de um morto Ser nascente e ser foz ser vós ou ser voz? Culpas e culpados de vidas ou crenças estampados, nas muralhas, das desavenças Separidade das almas que não abrem a mão do espelho, que lhes reflecte o coração.
Corpos vulgares pesados de chão sublimam o oráculo do olhar Frequencias arenosas transmutam o pó do que cai, depois do corpo Folhas pintadas de névoa trancendem as sete densidades de uma fisicalidade desconhecida Balas preciosas sujas de céu elevam pés raizes Estigma de vidas vertebrais que sucumbiram ao respirar da última gota do sismo que é viver.
caí mais uma vez           na sensação de me ver caida perdida nos braços vazios            de alguém sem form   a         de uma amiga                   a sombra ferid,a fugi de saber viver           sem sonhos ter de sonhos vivo        sem vida ter      preciso                      uma saida! Controlo tudo______ sem cotrolo          bato a porta                                             não me vejo quero querer saber escolher                                me entender quero querer saber viver       ...
A soturnidade do ser O olhar de gato Contempla a flora seca De um verão fulminado Uma savana de vidros abertos A companhia da solidão certa Um momento lugar Lagoas de vaidades pirilampos Luas solares Canticos dourados de  seres que reflectem o espelho noite Clarividencia de sentidos Antítese assente no chão Suspiros de incertezas vivas Ventos murmurosos Mortes passadas Matéria luz Molda a paisagem de um corpo-mãe Noites felinas acordam crespusculos que transtornam as tediosas manhãs do começo da estátua da alma.
Se inspirar bem fundo lembro-me do  cheiro  Cabe num segundo, eterno, inteiro.
Catarse das linhas mastigadas de silêncios continuos Catarse! Catarse de vidas sugadas de tempo cronómetro. Catarse! Louco aquele que vive fora de si e se alimenta de chamas ardidas de fogos chuvosos de nações perdidas. Catarse!
O perfeito antes do tempo existe em contratempo com o ser. Na revolução, entende-se que o palpitar de uma vida não esquece, o que a estiga. Ser tempo é ser... Algo entre o viver na regulação do próprio batimento. Hoje fui ser Homem, para a rua voltei de lágrimas cansadas de fuga. Fui hoje ser pássaro sem acreditar voar. Fui hoje ser ontem sem saber voltar.
O som das lágrimas escorre-me pela boca seca de frio. O hálito dos meus olhos é turvo, como as margens de um sorriso mal dormido. As folhas que florescem, já nascem fora de época... E eu sinto o que passou, como mil anos de luz derretida, por futuros descompensados, de escuridão, acesa, consentida. 
[Voaremos pelas janelas, Sem portas ou chaves. Abrigados de sonhos, Livres como as aves.]
Don't sleep on a dreamless sleep Don't sleep on a dreamless dream Dream on a sleepless night Dream on a sleepless day Dreams are awakeness dreams While awakwness sleeps Dreamless awakes
Nunca se sente demais! Somente se sente o que nos cabe por dentro. O elixir é teu e somente teu serve-te dele como o mar se serve da lua! Reflectes a chama de um todo celestial o primeiro éter, Akasha, a memória universal, tu, anagrama! O amor não vive sem o dissabor das vidas que escolhem olhar para os seus cadáveres vagueando pelo mundo sem que se sintam parte dele. Apenas quem sonha em viajar o mundo terá a coragem para descobrir o seu próprio, pois tudo é um só! As viagens mudam de homem para homem, ou talvez os homens mudem de viagem para viagem... Somente através da ilusão da solidão é que nos podemos sentir como seres que agora respiram, que agora olham, que agora sentem, que agora são agora! Como quem olha para um espelho e não observa tempo algum, senão nas feridas da pele ou na falta delas, as encobertas, pelas brumas do coração. O tempo não nos faz almas antigas nem novas nem vivas! O tempo são as almas que vivem sem o saberem....
As emoções são singulares mas partilháveis pela espiral emocional de cada um.
Quero ser gémeo do medo mostrando a minha face ao espelho Revejo-me imóvel, como uma natureza morta, de luz... Quero ser gémeo do ódio disfarçado sob sarcasmos capas orgulhosas num pódio... As brisas que suspiro remoinhos ferozes incendeiam as florestas do meu ser. Brisas passageiras que me mostram o ser de não-ser.
O universo procura o zero que o criou. Reproduz-se na sua própria busca.
Um poeta não espera entender os outros fora de si mesmo. Nem que o seu interior seja entendido através das suas palavras. Pretende entender-se a si próprio pelas máscaras universais, Que se moldam em forma de gente. A verdadeira forma de o ser Não seria mais que o caminho que tenta percorrer Sem pés.