Nunca se sente demais!
Somente se sente o que nos cabe por dentro.
O elixir é teu e somente teu
serve-te dele como o mar se serve da lua!
Reflectes a chama
de um todo celestial
o primeiro éter,
Akasha,
a memória universal,
tu,
anagrama!
O amor não vive
sem o dissabor
das vidas que escolhem olhar para os seus cadáveres
vagueando pelo mundo sem que se sintam parte dele.
Apenas quem sonha em viajar o mundo
terá a coragem para descobrir o seu próprio,
pois tudo é um só!
As viagens mudam
de homem para homem,
ou talvez os homens mudem
de viagem para viagem...
Somente
através da ilusão
da solidão
é que nos podemos sentir
como seres
que agora respiram,
que agora olham,
que agora sentem,
que agora são agora!
Como quem olha para um espelho e não observa tempo algum,
senão nas feridas da pele ou na falta delas,
as encobertas,
pelas brumas
do coração.
O tempo não nos faz almas antigas nem novas nem vivas!
O tempo são as
almas que vivem sem o saberem. Paradigmas que ainda não
varreram.
O que nos chama somos nós!
Quem somos,
talvez o vento nos diga,
ou talvez digamos ao vento
na linguagem que sabemos,
que nem sempre percebemos,
mas essa é a vida...
Somente se sente o que nos cabe por dentro.
O elixir é teu e somente teu
serve-te dele como o mar se serve da lua!
Reflectes a chama
de um todo celestial
o primeiro éter,
Akasha,
a memória universal,
tu,
anagrama!
O amor não vive
sem o dissabor
das vidas que escolhem olhar para os seus cadáveres
vagueando pelo mundo sem que se sintam parte dele.
Apenas quem sonha em viajar o mundo
terá a coragem para descobrir o seu próprio,
pois tudo é um só!
As viagens mudam
de homem para homem,
ou talvez os homens mudem
de viagem para viagem...
Somente
através da ilusão
da solidão
é que nos podemos sentir
como seres
que agora respiram,
que agora olham,
que agora sentem,
que agora são agora!
Como quem olha para um espelho e não observa tempo algum,
senão nas feridas da pele ou na falta delas,
as encobertas,
pelas brumas
do coração.
O tempo não nos faz almas antigas nem novas nem vivas!
O tempo são as
almas que vivem sem o saberem. Paradigmas que ainda não
varreram.
O que nos chama somos nós!
Quem somos,
talvez o vento nos diga,
ou talvez digamos ao vento
na linguagem que sabemos,
que nem sempre percebemos,
mas essa é a vida...
Comentários