Quero ser gémeo do medo
mostrando a minha face ao espelho

Revejo-me imóvel,
como uma natureza morta,
de luz...

Quero ser gémeo
do ódio
disfarçado
sob sarcasmos
capas orgulhosas
num pódio...

As brisas
que suspiro
remoinhos ferozes
incendeiam as florestas
do meu ser.

Brisas passageiras
que me mostram o ser
de não-ser.

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