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A mostrar mensagens de outubro, 2015
O medo Corta; A palavra Separa o grito.
obrigado pelo teu sorriso obrigado pelo teu sincero silêncio obrigado por gostares de mim obrigado por gostares de ti obrigado por seguires os teus sonhos obrigado por te orgulhares dos meus obrigado por teres coragem de ser feliz obrigado por te salvares todos os dias obrigado por seres quem és  obrigado por me mostrares quem és obrigado por te aceitares obrigado por ti e obrigado por mim obrigado.
Almas Estreitas Olham o vazio Das escolhas Perfeitas. - Atira-te ao mar! O vazio que sentes São as margens; Aproximam-se sem espuma; São os sonhos que já foram. O medo, Sem pé, Nunca  te deixou Ser. Lembra-te que As cordas, Flutuam, Sem âncoras.
Criança calada de bico fechado Vive num lago de solidez. Morre Negra em manto branco  Renasce Branca em manto negro  Canta gestos inarticulados De lábios virgens Em silêncio. Nuvens famintas, Nevoeiros de fogo, Cercam as suas águas Translucidas -Sou cinza. Sou pó. Cisne de duas cores. De lábios virgens e coração Só.
Falacias de sentidos Voláteis inimigos De si mesmos. -Estou vivo!
Separei-me da conjuntura Estrutural e humana A que chamo por empatia O Eu. O Eu É também Tempo nominal Visão perfeita Animal. A contrapartida será apenas uma: - O agora. Reflexivo e composto a constância de um olhar Fixo no chão do passado.
Na  impossibilidade  de ver o céu Sorrio um  lusco-fusco  vazio Maresias lunares Embaciam-me os  olhos  De verdades  ilusões
O sabor desafiante das nuvens Devolve-me paisagens crepusculares A brisa De uma alma secreta Assobia novas formas de existência O suor atmosférico Como manifesto Hierárquico Razões De betão bolorento Brotam flores secas de sede Dormências contingentes Corpos alados

poema ao sol

Hoje o vazio estilhaça-me, a luz. Embacia-me os olhos... Não me lembro de como cheguei a mim numa outra vida ou momento. Esqueci-me de ser ao preocupar-me em sê-lo. mesmo olhando-me ao espelho todos os dias. -Sou outra Outra vez. A magia está cá mas de fora é de outros! Alimento-me em vê-la, contemplo-a a medo... Por alguma razão já não a respiro... Transpiro antes as sombras que me escondem. E morro de novo, parece que para sempre, como planeado. Rastejo os dias não te vejo, antes habitavas-me                        -O meu lugar. Segura-me apenas com as forças que me foram dadas, "feitas para me sustentar" - Os pilares da queda! O equilibrio fruições à janela com outro eu, lugar, ser de amor... - Tudo era amor, tudo me apaixonava. Agora este vazio de impossibilidades infinitas são a minha casa. Nem abrigo, é mas a exposição total das máscaras que caminham... -...