poema ao sol
Hoje
o vazio estilhaça-me,
a luz.
Embacia-me
os olhos...
Não me lembro
de como cheguei a mim
numa outra vida
ou momento.
Esqueci-me de ser
ao preocupar-me
em sê-lo.
mesmo olhando-me ao espelho
todos os dias.
-Sou outra
Outra vez.
A magia está cá mas de fora
é de outros!
Alimento-me em vê-la,
contemplo-a
a medo...
Por alguma razão já não
a respiro...
Transpiro antes
as sombras
que me escondem.
E morro de novo,
parece que para sempre,
como planeado.
Rastejo os dias
não te vejo,
antes
habitavas-me
-O meu lugar.
Segura-me apenas
com as forças que me foram dadas,
"feitas para me sustentar" -
Os pilares da queda!
O equilibrio
fruições
à janela
com outro eu,
lugar, ser
de amor...
- Tudo era amor, tudo me apaixonava.
Agora este vazio de impossibilidades infinitas
são a minha casa.
Nem abrigo, é
mas a exposição total das máscaras
que caminham...
-Quem és?
Liberdade?
Amanha o sol também virá
e novos nomes lhe darei.
o vazio estilhaça-me,
a luz.
Embacia-me
os olhos...
Não me lembro
de como cheguei a mim
numa outra vida
ou momento.
Esqueci-me de ser
ao preocupar-me
em sê-lo.
mesmo olhando-me ao espelho
todos os dias.
-Sou outra
Outra vez.
A magia está cá mas de fora
é de outros!
Alimento-me em vê-la,
contemplo-a
a medo...
Por alguma razão já não
a respiro...
Transpiro antes
as sombras
que me escondem.
E morro de novo,
parece que para sempre,
como planeado.
Rastejo os dias
não te vejo,
antes
habitavas-me
-O meu lugar.
Segura-me apenas
com as forças que me foram dadas,
"feitas para me sustentar" -
Os pilares da queda!
O equilibrio
fruições
à janela
com outro eu,
lugar, ser
de amor...
- Tudo era amor, tudo me apaixonava.
Agora este vazio de impossibilidades infinitas
são a minha casa.
Nem abrigo, é
mas a exposição total das máscaras
que caminham...
-Quem és?
Liberdade?
Amanha o sol também virá
e novos nomes lhe darei.
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