Universos paralelos Onde estão? Aqui, ali, Fora de mim, de ti, Dentro, De tudo, em tudo! Escadas, espelhos e pombos correios. Escolhas, caminhos e corredores. Aqui, agora, ontem e amanhã! Fui em mim, sim e não sem fim, porque escolhi e escolhi e escolhi! Senti que a liberdade é minha e tua e vossa e nossa! Total e partilhada sem lugar ou tempo ou paredes duras como a mente! O instinto é a solução. Fazer perguntas com o coração! Mas aqui no mundo da terceira dimensão É a dualidade que nos prende e nos liberta! Para uma nova e total compreensão Que em cada um adormece secreta.
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A mostrar mensagens de junho, 2014
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Eu precisoooooo de escrever!!!!!!!!!!!!!!! De me perder.....................! Estou num emaranhado de sensações de cordas e cordões! Não sei se rio, se choro, se guardo, se pio. De que adianta? O meu coração está por um fio!!!!!! Xiu! Para mostrarem que aceitam, criticam e corrigem! Para mostrarem que se importam, ignoram e fingem! ESTOU FARTA DE APRENDER TUDO AO CONTRÁRIO E REEAPRENDER SOZINHA SEM HORÁRIO! Grita! Estou cansada de me sentir e ao mesmo tempo saber que nada disto é real... é um arraial! Frustrações e pensamentos negros espicaçados e amedrontados pela minha própria força. Sinto cansaço por saber o que está para vir, sem nada saber do que vou sentir. Sinto medo das adversidades que criei para mim mesma. Sinto medo das que não criei, mas que tenho de enfrentar na mesma! (...) Todos os dias enfrentamos o mundo A nós mesmos a fundo. [Ainda te escolhias? -Sim!] Sem as noites silenciosas não haveriam manhãs harmonio...
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Almas capicuas segredam mensagens cruas. Espelhos de rua reflectem a demência do olhar, Renasce a vontade de escalar! Trepam os muros sombrios, Tornam-se transparentes, Desnudas as mentes que sentem calafrios, Despertam dormentes. Escondem-se nas loucuras que nascem no peito, Alcançam o seu próprio direito sem preconceito. Fervem a poção a vapor de intuição, Crescem inseguras de agitação! Elevam a consciência de sentir o outro como um só, Peças do mesmo jogo de compreensão, Desenrolam o nó sem explicação. Confia na sabedoria do momento! É tão real o procedimento de desobedecer ao tempo. Ouve o vento! Ama a tua alma! Desaba e retorna calma.
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Sinto o teu perfume idílico que me faz soar palavras raras. O teu mistério é tão subtil como uma canção que me embala para a vida, consumida. Libertas-me do meu eco interior, tornas-me sedutor. Vou ao teu encontro pelas minhas hesitações, sem limitações E devolves-me esse teu olhar com mil novas fruições! Despeço-me de mim sempre que te encontro. Empresto-me para o bem maior de te contemplar sem cronómetro. Entre o teu universo e o meu Fundimo-nos dispersos, quem sou eu? Como se me sussurrasses ao ouvido quando nos destapo E nos cubro dentro de um momento por onde não escapo! Não, não foi em vão ser omisso, Juro-te compromisso. Jovem, intemporal, Transmites o sonho universal. És a vitalidade dos momentos da tua (re)criação, Antecipo o que não me dizes, vejo a solução! És a perfeição, a lealdade sem prisão! As mil peças do enigma da minha canção! Alimentas o meu coração que se funde na contemplação de amar tod...
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[Vejo, ao fundo, alguém que reconheço.] Lavada de chuva, inventa-se livre. Dança, inquieta, como um pássaro que avista um temporal. Dança e chama por ele. [Avisa quem o olha.] Contempla as nuvens, tenebrosas, mergulhando sobre as poças que tornam o chão em espelho. [Começo a escrever, pingando ideias, que me escorrem pelos cabelos…] As suas mãos, franzinas, tremem como as árvores, encantadas pelas forças que lhes transcendem… Os ventos, sopranos, deslizam pelos seus ouvidos, curiosos, assobiando trovoadas que se transformam em arrepios vertiginosos. [Contemplo-a, invejando-a carinhosamente, abrigada.] A forma dos seus gestos, desprendidos de um mundo de afectos, imita os de uma bailarina, orgulhosa dos seus pés. [Corpo que saboreia o medo... Receia a chuva, re ceia o vento, receia o sol. Apenas o abrigo de um modesto café, refundido, me acalma o morto…] Quando me apercebi do que esqueci, abriram-se as portas, apressadas por ventos orgulhosos. Agarram-me pelos ...
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«Onde começa o mundo?» «Talvez nesta pergunta.» «Onde começa o mundo?» «Talvez nesta resposta.» O mundo começa com as perguntas inconvenientes. Começa nas respostas lavadas de sofrimentos. A criação é movimento e reciprocidade. Os testes da vida só mudam com vontade! (Eterno retorno que coze no forno do tempo…) As visões que corroem, São as mãos da criação, As fechaduras da invenção. São as mãos dadas, sujas de esforço, Que iluminam as escadas do foço. Os Homens destroem o mundo de regras a fundo. O encanto do presente que virá, Serão as crianças que nos levarão, para lá! O mundo começa nas perguntas ingénuas das crianças E faz-se das vontades destruidoras das balanças.
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Havia um mundo entre nós . Um mundo que não era mundo mas um sono profundo. Tic tac, tic tac…TLON, TLON _________________________ … Parou o relógio de minha casa __________________ O tempo passa e o relógio, parado, não sabe que vive. Um dia, igual a todos os outros, despertou. Chamou o tempo para que o achasse. Não sabendo o que é o tempo, seguiu-o fielmente. Percebeu que é somente um compasso. Alegre. Ao ritmo de cada novo instante. Na sua rota. Marca o seu ritmo, ao ritmo do tempo, ao tempo do seu ritmo sem impedimento. Ritmo. Tempo. Tic tac. Tic tac. Sempre a rodar. Rodar. Rodar. Olhos que o olham são donos de outro tempo em contratempo. Olham as horas não vivem o tempo. Não vivem demoras num momento. Foi num momento, tal como este e todos os outros, diferente, que voltei a conhecer-te. Reconhecer-te. Vir a ter-te. O mundo. Eu. Tu. O mundo. O Tempo. Roda. Roda. Eu. Tu. O tempo. O tempo. Roda. Seguir-te é ser do mundo. Seguir-me é reinventar o ...
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O medo fala mais alto quando não é pronunciado. Vive entre o silêncio e os gritos da alma na quimera seduzida por protecção e calma. O silêncio, aclamado, assola os corações como todas as frases de amor que surgem enquanto soluções. Por vezes é tão atento que se acomoda em sorrisos tímidos de dor; gritam por libertação em rancor. O medo é a fuga ao desapego. É a traição e o foguetão de toda a sua geração. É o dissipador das palavras doces que custam a soltar e as amargas a travar. Entre as vozes silenciosas das famílias cuidadosas, permanece escondido disfarçado de duplo sentido. Clandestino debaixo do tapete, reaparece visível com o pulsar do relógio de parede; estremece a velha mansão que se aguenta em pé, estilhaçada, sem fé. - Já não pertenço a esta casa, não a construí sozinha, nem é metade minha! Lá fora, as grandes barragens que seguram as águas, não as deixam fluir, confinam os caminhos a seguir. As paredes têm de ruir! As correntes têm de seguir!...
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Escorrem-me pingos de suor Pelos meus (olhos) fornos Quando vejo os teus (olhos) mornos. Perturbada de imaginação Despertei o que semeei. Desabrigada com o que fiquei Não completei a ressurreição. Porque antecipei a chegada Da dor desconfiada? Ainda sinto a carne e os pelos e a pele! O desconforto na torre de babel! Onde senti vertigens! Onde ocultei as minhas bagagens De nuvens despidas Para entrar nas tuas paisagens Adormecidas.
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O instinto é o amigo dos silenciosos. Tenebrosos de língua De olhos luminosos. Entre a mente que fala, O ego que engasga E a sensação que abala… Onde estão as respostas? No amanhecer da noite ou no solarego dia que encerra? Qual deles mais erra? [Sinto o peso nas costas! Ou no peito em deleito.] O que sinto ainda não decifrei. Talvez as perguntas ainda não as limpei. Ou os desvaneios depois de errar Talvez os tenha de processar. [Como se lida com o amor Senão com ousadia e pavor?]
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As horas desdobram-se em lamento... Ao som do correr ferrugento das cortinas da sua janela. Vive nos intervalos das persianas cansadas... Que tormento! [O corpo sufocado chora acorrentado!] (...) As horas desdobram-se em contento, Ao som do vento, que trespassa sorridente. Dança com as cortinas, Doce momento! [Nada pode o vento fazer, Sem que as janelas se abram para o mundo! Nada pode fazer o vento, Senão suspirar correntes de ar fundo].
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As expectativas____________ secas de ansiedades... Estalam-me os ossos fracos de saudades. São escassas as cordas que agarro, E escassas as que amarro. Mas também é na liberdade, Que sinto a vontade De algo que me puxe... De encontro ao presente Que anoitece ultimamente. (Eu? Tu? O mundo?) Sou inteira à procura dos meus pedaços - Despedaçados em nuvens frágeis, Guiados por ventos vulneráveis.
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Procura-te. Deixa-te levar pela inconveniente manhã solarenga. Caminha com os olhos. Estima o teu silêncio bravo, entre as vozes livres, dos pássaros que vais calando. [Foca-te quando a paisagem deixar de se reconhecer]. Descobre os gritos que te falam baixinho. Os que ouves, distingues e reproduzes sem que te dês conta. Estás na partilha do que descobres no outro. (Em ti).