Escorrem-me pingos de suor
Pelos meus (olhos) fornos
Quando vejo os teus (olhos) mornos.

Perturbada de imaginação
Despertei o que semeei.
Desabrigada com o que fiquei
Não completei a ressurreição.

Porque antecipei a chegada
Da dor desconfiada?

Ainda sinto a carne e os pelos e a pele!
O desconforto na torre de babel!

Onde senti vertigens!
Onde ocultei as minhas bagagens
De nuvens despidas
Para entrar nas tuas paisagens
Adormecidas.

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