O instinto é o amigo dos silenciosos.
Tenebrosos de língua
De olhos luminosos.

Entre a mente que fala,
O ego que engasga
E a sensação que abala…

Onde estão as respostas?
No amanhecer da noite ou no solarego dia que encerra?
Qual deles mais erra?

[Sinto o peso nas costas! 
Ou no peito em deleito.]

O que sinto ainda não decifrei.
Talvez as perguntas ainda não as limpei.
Ou os desvaneios depois de errar
Talvez os tenha de processar.

[Como se lida com o amor
Senão com ousadia e pavor?]

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