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A mostrar mensagens de setembro, 2014
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[Uma história de amor crua Em que o sol deixa a lua nua...] A da união dos homens. Do masculino e feminino. Do equilíbrio através da reciprocidade! A lua espelha a luz do sol para que este ganhe consciência da sua força e brilho! (Cresce e repousa sereno). A lua tem de aprender que é mais do que um mero reflexo, ela absorve e renasce... Raia a sua luz, na aceitação do seu lado obscuro e na partilha da sua nova consciência! [Também a lua despe o sol, segura, sabendo que a sua verdade é pura, mas mesmo sem nada saber este amor para sempre dura.]
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(Parada...impotente...parada) Sinto-me a fugir! A fugir do meu rasto. Aquele que criei Por me sentir gasto. Criei-o, E agora perco-me na sua ilusão. A mesma que o criou A de que me afasto! (Tropeço) Para quê construir casas Se não viverei dentro delas? Para que servem as janelas Se não para contemplar as paisagens mais belas? (Salto) O belo é feio e o feio é belo. Mas as janelas, As casas e as coisas, São. Eu lhes darei fruto Com a minha auto-recriação! (Caminho...de encontro ao destino).
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Isto Não É Um Poema As palavras não falam. As paredes não são casas. Nem o corpo o que tu és. (Somente as intenções e as vontades serão ______________________________Tu. Movidamente e erradamente reais, ______________________________Tu.) As palavras dão forma ao sentir. Materializam o desmedido infinito! Dentro de um vocabulário insuficiente, Com inicio e fim limitado, Nunca serão o ser… Mas a via da sua chegada. As palavras nunca terão infinitude... Sem a loucura de alguém, Que mudo, olha em seu redor e sente o vazio completo das suas ilusões. Podemos falar, eu e tu, Mas isso será somente metade, Do que infinitamente poderemos ser.