(Parada...impotente...parada)

Sinto-me a fugir!
A fugir do meu rasto.
Aquele que criei
Por me sentir gasto.

Criei-o,
E agora perco-me na sua ilusão.
A mesma que o criou
A de que me afasto!

(Tropeço)

Para quê construir casas
Se não viverei dentro delas?

Para que servem as janelas
Se não para contemplar as paisagens mais belas?

(Salto)

O belo é feio e o feio é belo.
Mas as janelas,
As casas e as coisas,
São.
Eu lhes darei fruto
Com a minha auto-recriação!

(Caminho...de encontro ao destino).

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