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A mostrar mensagens de fevereiro, 2015
Nunca se sente demais! Somente se sente o que nos cabe por dentro. O elixir é teu e somente teu serve-te dele como o mar se serve da lua! Reflectes a chama de um todo celestial o primeiro éter, Akasha, a memória universal, tu, anagrama! O amor não vive sem o dissabor das vidas que escolhem olhar para os seus cadáveres vagueando pelo mundo sem que se sintam parte dele. Apenas quem sonha em viajar o mundo terá a coragem para descobrir o seu próprio, pois tudo é um só! As viagens mudam de homem para homem, ou talvez os homens mudem de viagem para viagem... Somente através da ilusão da solidão é que nos podemos sentir como seres que agora respiram, que agora olham, que agora sentem, que agora são agora! Como quem olha para um espelho e não observa tempo algum, senão nas feridas da pele ou na falta delas, as encobertas, pelas brumas do coração. O tempo não nos faz almas antigas nem novas nem vivas! O tempo são as almas que vivem sem o saberem....
As emoções são singulares mas partilháveis pela espiral emocional de cada um.
Quero ser gémeo do medo mostrando a minha face ao espelho Revejo-me imóvel, como uma natureza morta, de luz... Quero ser gémeo do ódio disfarçado sob sarcasmos capas orgulhosas num pódio... As brisas que suspiro remoinhos ferozes incendeiam as florestas do meu ser. Brisas passageiras que me mostram o ser de não-ser.
O universo procura o zero que o criou. Reproduz-se na sua própria busca.