Almas capicuas segredam mensagens cruas.

Espelhos de rua reflectem a demência do olhar,
Renasce a vontade de escalar!

Trepam os muros sombrios,
Tornam-se transparentes,
Desnudas as mentes que sentem calafrios,
Despertam dormentes.

Escondem-se nas loucuras que nascem no peito,
Alcançam o seu próprio direito sem preconceito.

Fervem a poção a vapor de intuição,
Crescem inseguras de agitação!

Elevam a consciência de sentir o outro como um só,
Peças do mesmo jogo de compreensão,
Desenrolam o nó sem explicação.

Confia na sabedoria do momento!
É tão real o procedimento de desobedecer ao tempo.

Ouve o vento!
Ama a tua alma!
Desaba e retorna calma.

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