As horas desdobram-se em lamento...
Ao som do correr ferrugento das cortinas da sua janela.
Vive nos intervalos das persianas cansadas...
Que tormento!
[O corpo sufocado chora acorrentado!]
(...)
As horas desdobram-se em contento,
Ao som do vento, que trespassa sorridente.
Dança com as cortinas,
Doce momento!
[Nada pode o vento fazer,
Sem que as janelas se abram para o mundo!
Nada pode fazer o vento,
Senão suspirar correntes de ar fundo].
Ao som do correr ferrugento das cortinas da sua janela.
Vive nos intervalos das persianas cansadas...
Que tormento!
[O corpo sufocado chora acorrentado!]
(...)
As horas desdobram-se em contento,
Ao som do vento, que trespassa sorridente.
Dança com as cortinas,
Doce momento!
[Nada pode o vento fazer,
Sem que as janelas se abram para o mundo!
Nada pode fazer o vento,
Senão suspirar correntes de ar fundo].
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