No meu entender, a experiência de viver é idêntica à de se fazer arte, descobre-se experienciando, sob uma relação de confiança e reciprocidade, sem o atropelamento da lógica e do pensar no tempo. Uma relação de presente ou sincronismo, onde a liberdade do acto presente se conecta com todos os actos experienciados até então, é essa relação intemporal, entre saberes, que possibilita a criação de novidades.  

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