Seguem o rio;
Desvendam os caminhos com brio.

Provam da água que os faz renascer,
Sem perceber,
Que ouvem sons distantes,
Que ressoam vibrantes
Nos ouvidos dançantes
Das florestas tropicais,
Seres ancestrais.

O som da natureza
Recordou a certeza,
Da impureza mais pura
Que é ver o olho da fera
Quando se mostra segura,
E murmura
Que perdura.

Sim, é o som que os chama,
E o dom a sua fama.
De quem ama sem trama

E acende a chama de prana.

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