O abandono está preso nas casas desabrigadas.
Celas de medo em segredo -
Vivem na cegueira constante,
De luzes apagadas.

As doenças inventadas pelas cabeças geladas,
Distraem o coração em dormência de existência,
Alçapão!

Tudo mudará!
A vontade regressará!
Com as artes e as letras,
E a imaginação num balão -
Ressurgirão as fadas e o papão.

Histórias de amor,
Histórias de terror.
Não importa…
No fundo, contar histórias,
É dar uma casa!
Saímos das gaiolas
Reavemos as asas.

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