Havia um mundo entre nós. Um mundo que regressou a ser mundo com o retorno da nossa voz. Desenrolamos agora os nós. 

(...)

Inerte. Observada dentro de uma lupa com forma de olho. Desfocada. 

Enclausurada nos recreios dos seus receios, ignorou o sono das noites dos seus dias. Construíu um mundo entristecido, vendido. Em saldo e com juros (ruíu).
Fechou-se para agradar sem amor nem paladar (consentiu).  

Andou parada às voltas no intervalo das suas revoltas.
Hoje renasce a cada nova palavra que pronuncio. Renasce a cada corte de cada fio.

A liberdade é a aproximação da afinidade. É a ligação da humanidade (Retorna).
Apercebida, lavou os pés e segiu em frente. Criou a sua corrente. Contra o tempo. 


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