o que sentes é culpa minha
não porque criei os teus monstros
mas porque os trouxe ao de cima

abri-lhes as portas sem te pedir
sem que pudesses fugir

fugi eu dos meus medos
e alcancei os teus
na ingenuidade egoísta
de me mostrares o caminho
que era meu para percorrer

no meio de tudo ambos erramos
ambos nos diminuímos e controlamos
julgámos e castrámos
fomos chumbo no fim da linha
fomos o que sempre foram para nós
coletes de força


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