(...) e é a luz que me assusta quando me sinto apenas sombra do que os outros esperam de mim. 

Falsamente me iludo por instantes, 

De que luz falam, se não a mesma

Que nasce do meu peito? 


(...) e é a sombra que me desperta quando sinto a liberdade

de mudar as águas.


Sabedorias reversas de um ser em movimento,

Ser alquímico, que é vida e morte, 

Uma só viagem


Vêm-me como um vaso de flores bonitas,

Traduzida por olhos vazios


Aprendi, por ciclos infindáveis, que

Quem as vê fora do seu ciclo natural,

Não entende a sua perfeita natureza.

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