Loucuras puras, 
De amores sedutores,
Doces criaturas!

Os seus medos são os seus maiores desejos;
Descobrem-nos em cortejos e beijos. 

Os impasses que despertam,
São baldes de água fria,
Que fazem tremer,
E acertam!

E é quando fecham os olhos que são livres.

Agarram cada segundo,
Que nem vagabundos,
Esfomeados de mundo!



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