A grande falácia de achar que se dá liberdade ao outro ao mesmo tempo que controlamos aquilo que o outro nos devolve.

É necessário perceber se estamos a refletir uma necessidade egoísta sem que ninguém a tenha pedido. A necessidade de quem quer dar deve ser reflexa para dentro, dar liberdade a si mesmo. 

Quando queremos que o outro seja verdadeiramente livre não devemos controlar o resultado, deste modo ferimos o outro, que se deixou eludir por compaixão e ficou retido no ciclo de falsa liberdade que não lhe pertence. 

O sentido de liberdade acontece instantaneamente quando o concedemos a nós mesmos. Quando somos livres não damos liberdade, damos o exemplo da nossa integridade pessoal para o outro em compaixão, seja também, por escolha, verdadeiramente livre.


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