Percepciono formas de pensamento que ultrapassam o meu intelecto. Quando tento codificar em linguagem, percebo que não existe ainda, neste presente, uma forma real de o fazer. No entanto, sei que existe, sim, num presente contínuo, onde me misturo, de facto.
O que chamamos de despertar é um processo singular, que se repete unicamente a cada instante. É o reconhecimento que sentimos a cada dado momentum, é o alinhamento com a nossa face desconhecida, aquela que não pertence, que é livre, em potência matriz. Tal como cada partícula da energia criadora, o manto matricial, a malha centelha, somos parte, refletimos e manifestamos, em igualdade, com a nossa presença. A verdade que nos reúne.
Sentimo-nos parte do todo, enquanto continuamente integramos esse processo na nossa realidade terrena, no nosso corpo, no nosso próprio matrix.
Recebemos informação ao nível da nossa presença e o processo de tentativa de comunicar o que me move, é tão desafiante como entusiasmante. A dança da descoberta movida a dor e amor.
O potencial matricial, existe para lá da noção de existência.
Os conceitos gerados pela mente humana, tendem ter seguido um caminho, de escuridão. Fechada na sua própria redução linguística como forma primordial de apreensão de realidade(s).
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