A sombra do materialismo
É a inconsciência da acção
O mimiticar das formas
Sem a faísca iniciática
O movimento inconsciente
Que nos prende ao tempo
cheio de espaços vazios
Por preencher
Sou movimento
Quando em consciência
Me construo
Através do corpo que me
Destrói de possibilidades
Destruir é a benevolência
Fulminante
É o escuro que dá vida
A realidade a construir-se
A si mesma
A mãe que se desmonta
Ao dar à luz
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