Chega de tentar mudar as pessoas à minha volta, de ser egoísta, de nutrir amor distorcido... Fica quieta! Preenche este vazio, pela tua presença sublime, escreve com os ouvidos.
Queixas-te do mesmo à anos! Cuidam de ti à luz do que sabem... Se não chega, não discutas, simplesmente aceita que tens de te responsabilizar pelo que te ofereces, geras mágoa com quem não retribui justamente, naturalmente, começando por ti mesma.
Atenção, não existe nada de errado, com a energia emitida de volta. Não existe nada de errado quando não tens o retorno devido. Não sejas vítima, dos teus ensinamentos. Ouve:
Dar, pode ser uma das maiores formas de egoísmo, sim, dar! Sim, paradoxal, a falsa luz a funcionar. Dar com a vibração de falta já em si viva, corrompida desde o seu início.
Paradoxo prisioneiro, da falsa roda da dita realidade.
Chega! Sim vais ser chamada de todos os nomes que tanto temes, sim talvez, tal como o fazes quando te retiram mais do que pensaste permitir. Lei do retorno.
Não temas. Não temas o desapego. Não te iludas, não dês caras nem nomes, ao desejo que tens de te desmascar a ti mesma, ou ao ego, o teu querido ego. Vive primeiramente o exemplo, canaliza a vibração certa, para rasgares com essa falsa noção de amor. Desprende-te do programa de veres o outro como egoísta. Esse é o esconderijo perfeito, para que o teu ego se mantenha no escuro. À espera da sua sentença.
Não tem mal desejares reciprocidade, celebra esse facto, mas não te prendas à ideia de quem a irá espelhar.
Cais na armadilha cíclica, continuamente, a fuga, como hábito expressivo, gera culpa e vazio, que te direcciona de volta, à mesma armadilha.
Percebe que a reciprocidade, funciona perfeitamente, independentemente da tua vibração. Este texto é também fruto dessa expressão em ti. Estás a perceber, uma vez mais, quantas necessárias, que começa e acaba em ti, independentemente do outro.
Deixa que as leis universais te movimentem.
Não temas, viver num estado receptivo, para com o outro. Uma das tuas maiores sombras. Difícil de dissolver. Corrompida desde a sua origem. Não temas. Não temas o egoísmo humano, não temas o que brota desse ensinamento.
Abre o teu coração. Deixa fluir. Chega de trabalhar só a sombra.
Ninguém dirige a canoa se não tu. Foi para isso que vieste.
Segue a rota do rio de éter. Sê a presença da tua chama. Desprende-te do amor pela sombra. Abre o coração. Para que tenhas o retorno da liberdade de expressão.
Retorna à matriz, que te constitui.
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