Confio no silêncio 
A que me concedo 

Não é esconder 
É escolher 
Desde cedo 

Oiço por dentro das palavras 
E vejo por fora das camadas 

A intensidade é fruto da verdade 
Que me desliga da futilidade 

Conexão de vibração 
Sem contexto 
Ou pretexto
União em deleite 
Comunhão de peito

Não vim ser humana 
Vim reverenciar
O teu prana 

Vejo formas nas cores 
Sou mais eu quando me deixam ser 
Sem as preocupações humanas
Que me tentam esconder

Não tentes me amparar 
Olha por dentro 
Não me tornes no que já tens 
Sou inteira sem reféns 

(Nas mentiras dizemos as verdades
Mesmo as que ainda não sabes) 
 
Sou em ti, és em mim
Essa é a nova velha verdade 
Do ser Humano

A verdade sem forma que nos une
Será sentida do nascimento ao renascimento 

Cíclico e natural 

Sem resistência 
Com persistência 

Rompemos as amarras
E juntos criamos a novas formas
Que não tardam
Em arder 

Relembra-te
Do que vais trazer 
E conceder 
Ao teu querer 

Queres ser livre 
Sem tremer? 









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